18 janeiro 2017

PREFEITURA DESCARTA VACINAÇÃO EM MASSA CONTRA FEBRE AMARELA

A Secretaria Municipal de Saúde esclarece não há febre amarela na cidade do Rio de Janeiro. Portanto, não há necessidade de vacinação indiscriminada, feita em larga escala, para toda a população.
 
Só devem ser vacinadas as pessoas que tenham passado por avaliação e tenham indicação médica para receber a vacina, assim como as pessoas que estão com viagem agendada para locais com registros da doença, como Minas Gerais, Amazonas, Pantanal e outros países como Colômbia, Bolívia, Equador e Peru, entre outros.
 
Dúvidas ou outras informações sobre a doença e a disponibilidade da vacina podem ser consultadas por meio da central de atendimento da prefeitura no telefone 1746, no site da SMS (http://www.rio.rj.gov.br/web/sms) ou em qualquer unidade da rede de Atenção Primária (Centros Municipais de Saúde e Clínicas da Família).
 
Clique aqui e veja a nota de esclarecimento.

Fonte: Prefeitura do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://prefeitura.rio/web/sms/exibeconteudo?id=6680434>. Acesso em: 18 JAN. 2017.

CLIPPING: ESPÉCIE DE MORCEGO COMEÇA A SE ALIMENTAR DE SANGUE HUMANO NO BRASIL, DIZ PESQUISA

Estudo revela mudança no hábito alimentar de morcego-vampiro-de-pernas-peludas, até então conhecido por consumir exclusivamente sangue de aves (Foto: Enrico Bernard)













Estudo de cientistas brasileiros conduzido na caatinga de Pernambuco revela mudança no hábito alimentar de morcego-vampiro-de-pernas-peludas, até então conhecido por consumir exclusivamente sangue de aves.

Uma espécie de morcego encontrada no Brasil, até então conhecida por consumir exclusivamente sangue de aves, está se alimentando agora de sangue humano.

A revelação está em uma pesquisa conduzida por cientistas brasileiros e publicada em novembro na revista científica "Acta Chiropterologica", a mais importante publicação do mundo voltada à pesquisa de morcegos.

O estudo analisou 70 amostras de fezes da espécie Diphylla ecaudata, popularmente conhecida como morcego-vampiro-de-pernas-peludas.

Os cientistas conseguiram extrair o DNA de 15 delas - e em três descobriram vestígios de sangue humano, explica Enrico Bernard, professor do Departamento de Zoologia da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) e responsável pela pesquisa.

O estudo foi conduzido no Parque Nacional do Catimbau, na região de caatinga de Pernambuco, a cerca de 300 km do Recife.

"Das três espécies de morcegos-vampiros que conhecemos, sabíamos que apenas uma delas se alimentava de sangue humano", conta Bernard, em entrevista à BBC Brasil.

"Mas nosso estudo mostrou agora que outra espécie, o morcego-vampiro-de-pernas-peludas, que só se alimentava do sangue de aves, também passou a consumir sangue humano", acrescenta o especialista.

Bernard explica que, diferentemente do sangue de aves, rico em gordura, o dos mamíferos é mais espesso e rico em proteína.

"Sabíamos que essa espécie (morcego-vampiro-de-pernas-peludas) tinha uma adaptação fisiológica para digerir apenas o sangue de aves. Mas isso parece estar mudando, já que ela passou a se alimentar de sangue humano", afirma.

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17 janeiro 2017

CLIPPING: MINISTÉRIO DA SAÚDE ORIENTA POPULAÇÃO A SE VACINAR CONTRA FEBRE AMARELA

A doença tem maior número de casos no período de dezembro a maio em regiões silvestres, rurais ou de mata. A vacina está disponível em toda a rede pública de saúde
Toda pessoa que reside ou vai viajar para regiões silvestres, rurais ou de mata, que são Áreas com Recomendação da Vacina contra febre amarela, deve se imunizar.A orientação do Ministério da Saúde se justifica porque a doença tem maior número de casos nos meses de dezembro a maio e a transmissão é considerada possível em grande parte do Brasil. A vacina contra a febre amarela é ofertada no Calendário Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) e é enviada, mensalmente, para todo o país. Em 2016, foram enviadas aos estados mais de 16 milhões de doses, sendo 2,7 milhões para o estado de São Paulo.
A vacina é altamente eficaz e segura para o uso, a partir dos nove meses de idade, em residentes e viajantes a áreas endêmicas ou, a partir de seis meses de idade, em situações de surto da doença. Todos os estados, nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), estão abastecidos com a vacina contra febre amarela e o país tem estoque suficiente para atender toda a população nas situações recomendada.  

01 dezembro 2016

EXPOSIÇÃO AO BENZENO NOS POSTOS: AVANÇOS E RETROCESSOS NA NOVA LEGISLAÇÃO

A exposição ao benzeno, substância cancerígena presente nos combustíveis, foi discutida na ENSP durante os dias 23 e 24 de novembro por pesquisadores, técnicos e integrantes dos movimentos sociais. Com foco nos trabalhadores dos postos de gasolina, mas também pensando nos riscos que correm os usuários e a população que vive no entorno dos postos, os debates falaram das legislações que buscam diminuir a exposição ao benzeno. Um dos debatedores do Ceensp que discutiu o tema foi Alexandre Jacobina. Ex-coordenador de Vigilância da Saúde do Trabalhador da Bahia e representante do Ministério da Saúde na Comissão Permanente do Benzeno, ele conversou com o Informe ENSP sobre o “Anexo 2” da Norma Regulamentadora número 9 (NR9) que finalmente incluiu os postos de combustíveis no conjunto de leis que regulamentam as atividades que lidam com o benzeno. Para Jacobina, o documento é um avanço no sentido de diminuir o risco dos trabalhadores expostos, mas algumas das concessões feitas pela subcomissão que elaborou o texto são encarados por ele como um retrocesso. Para saber por quê, leia, a seguir, a entrevista completa com Alexandre Jacobina.

Informe ENSP – Alexandre, primeiramente, para traçarmos um panorama histórico, por que os postos de combustível não foram incluídos no Acordo Nacional do Benzeno, de 1995?  

Alexandre Jacobina - Na época em que a Comissão Nacional do Benzeno foi criada, havia um problema grave de contaminação química, principalmente na siderurgia e na indústria química. (Na época, inclusive, apareceu a situação grave da morte de um médico na Bahia, na indústria química).  Ao meu ver, naquele momento, não se incorporou os postos porque não havia condição operacional para incluir um segmento tão grande. São 40 mil postos no Brasil, com 500 mil trabalhadores.  

Informe ENSP – Por que você vê retrocessos no “Anexo 2”da NR9, que regulamenta finalmente os postos?  

Alexandre Jacobina - O “Anexo 2”  foi construído dentro da Comissão Nacional do Benzeno por uma subcomissão específica. Ele representa, sim, um avanço, porque trata pela primeira vez de um seguimento de alto risco com baixíssima cultura de saúde e segurança e com invisibilidade tanto na área técnica quanto pela população.  Agora, há um retrocesso por conta das concessões que foram feitas para se firmar o acordo, uma vez que a comissão é tripartite, formada por trabalhadores, governo e patrões.  Nós perdemos a avaliação ambiental, que analisa a quantidade de benzeno na atmosfera. Ela é um item importante da avaliação de saúde. Perdemos também o indicador biológico e teremos que trabalhar com outras instrumentos legais para garantir a aplicação desse indicador. Ele ajuda na prevenção, enquanto o hemograma é um indicador que aponta um problema de saúde já existente. O indicador biológico precisa ser feito a cada seis meses e a série histórica tem que ser avaliada.  

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18 novembro 2016

FIOCRUZ RECRUTA PESSOAS PARA TESTAR VACINA CONTRA DENGUE

A Fiocruz Pernambuco iniciou o recrutamento de pessoas para participar da fase III dos testes da vacina da dengue, produzida pelo Butantan, no estado. O trabalho está sendo realizado no Engenho do Meio, na zona Oeste do Recife. Uma equipe formada por enfermeira e pesquisadora está visitando casas em áreas do bairro escolhidas por sorteio, das 17h às 21h, horário no qual todos os membros das famílias estão em casa. Na visita, os moradores recebem informações sobre os testes e são convidados a participar. A proposta é recrutar 1.200 pessoas.
“Todas as vacinas que chegaram ao mercado precisaram antes ser testadas em humanos para verificar se elas davam o resultado esperado. Então é muito importante a colaboração das pessoas, que elas queiram participar dessa fase de teste”, explica a pesquisadora da Fiocruz Pernambuco Cynthia Braga, que está coordenando o recrutamento. “Aceitando é agendado um exame físico e entrevista com o candidato. Apto a fazer parte do teste, ele é vacinado e acompanhado por cinco anos”, completa Cynthia.

Podem participar dos testes pessoas saudáveis, que tiveram ou não dengue, com idade entre 2 a 59 anos. Durante o período do estudo, os participantes serão acompanhados por uma equipe de saúde para verificar a duração da proteção oferecida pela vacina, que é feita de vírus vivo enfraquecido e protege contra os quatro tipos do vírus dengue. Primeiro serão vacinadas pessoas com idade entre 18 e 59 anos, em seguida os que têm entre 7 e 17 e por último os de 2 a 6 anos.


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14 novembro 2016

MEC DESENVOLVE APLICATIVO PARA COMBATER MOSQUITOS AEDES

O combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya ganhou mais uma valiosa ferramenta com o lançamento do aplicativo Desafio Aedes pelo Ministério da Educação. Trata-se de um jogo que exige dos usuários o cumprimento de tarefas que previnem a proliferação do mosquito. Os estudantes vencedores do concurso Pesquisar e Conhecer: Para combater o Aedes aegypti testaram e aprovaram o aplicativo. Desenvolvido pelo Departamento de Tecnologia da Informação (DTI) do MEC, o aplicativo estará disponível nas plataformas IOS e Android já no final de novembro. O jogo desafia os participantes a destruir virtualmente os focos do mosquito, seguindo critérios que já conhecemos na prática: a eliminação de água parada e a limpeza de locais com entulhos e lixo. 

A secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão, Ivana de Siqueira, explica que a intenção do jogo “é seguir com o trabalho coletivo, de forma lúdica, mobilizando a rede de ensino para as práticas que colaboram para o controle do inseto em diferentes regiões do país. Os estudantes gostaram muito porque é uma forma lúdica de interagir. A tecnologia cria um processo colaborativo entre eles, porque o trabalho é coletivo”, explica Ivana. 

Eduardo Leite acredita que com tecnologia os estudantes aprendem mais Para as alunas da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTPR), Fernanda Nunes, Juliana Freitas e Vassula Paiva, a ferramenta vai ser muito útil. Há três anos as jovens realizam um projeto de combate aos insetos, espalhando pelo campus universitário, em pontos estratégicos, armadilhas para coleta dos ovos. Pela contagem, são identificados o período do ano com maior incidência da doença. “Esse aplicativo vai ser uma ferramenta a mais para levarmos adiante nosso projeto”, afirma, Juliana, 18 anos.



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08 novembro 2016

MORTE DE PRIMATAS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO - NOTA DE ESCLARECIMENTO 2

Em relação a ocorrência de mortes de primatas não humanos (macaco, mico, sagui), desde o dia 11 de outubro de 2016 , cumpre informar que, conforme exames já realizados, os resultados emitidos pelos Laboratórios da FIOCRUZ-RJ, concluíram: 


  •  Pesquisa de vírus febre amarela, zika, chikungunya, com resultado Negativo 
  •  Pesquisa para a família Herpesviridae, com resultado - Positivo para HSV-1 (Herpes 1). 
Diante dos resultados, podemos sugerir que, até o momento, não há evidências de circulação de doenças transmitidas por vetor urbano, como o Aedes aegypti, entre os animais analisados, o que poderia acarretar riscos à saúde da população. Para tanto, as equipes da Prefeitura continuarão mobilizadas para a realização das ações de vigilância, seguindo as recomendações do Grupo Técnico de Vigilância das Arboviroses/MS. 


Mantemos a recomendação de que a população precisa evitar proximidade de animais doentes, ou mortos, por questões de segurança. No Município do Rio de Janeiro, frente a identificação de novos casos, informar imediatamente à Central de Atendimento 1746, 24hs por dia, 7 dias na semana. 

Quando fora do município do Rio de Janeiro, a comunicação é, em horário comercial de segunda a sexta, a Vigilância Ambiental da Secretaria Estadual de Saúde, nos telefones 2333.3899 ou 2333.3842. Após as 17:00hs, nos fins de semana e feriados, entrar em contato com o Plantão CIEVS SES 98596 6553. 

Rio de Janeiro, 07 de Novembro de 2016

02 novembro 2016

NOTA DE ESCLARECIMENTO - MORTE DE PRIMATAS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO

Em relação à ocorrência de mortes de primatas (macacos, micos, saguis) na cidade do Rio de Janeiro, desde o dia 11 de outubro de 2016, cumpre informar que: 

As Autoridades Sanitárias municipais e estaduais e os demais órgãos municipais envolvidos, como Comlurb, Patrulha Ambiental, Central de Atendimento 1746 e Defesa Civil, estão integrados na coleta de dados oriundos das observações clínicas e exames post mortem, para uma analise das causas possivelmente envolvidas com o evento. 

A população precisa evitar proximidade de animais doentes ou mortos, por questões de segurança. A identificação de novos casos deve ser informada imediatamente à Central 1746, que funciona ininterruptamente, 24hs por dia, 7 dias na semana. 

Quando fora do município do Rio de Janeiro, a comunicação deve ser feita em horário comercial, de segunda a sexta-feira, à Vigilância Ambiental da Secretaria Estadual de Saúde, pelos telefones 2333-3899 ou 2333-3842. Após as 17h e nos fins de semana e feriados, pode-se entrar em contato com o Plantão CIEVS SES, pelo telefone 98596-6553. As amostras de material biológico até o momento processadas foram negativas para arboviroses (dengue, zika, chikungunya e febre amarela). Outros testes estão em andamento para identificação do agente e o laudo oficial especificando a causa das mortes, segundo a FIOCRUZ, será emitido na próxima semana. 

14 outubro 2016

CLIPPING: UM TRABALHO QUE VALEU OURO

Márcio atuou durante cinco meses nos equipamentos olímpicos
Além dos funcionários que participaram dos Jogos Rio 2016 pelo programa Servidor Olímpico ou como voluntários, ainda tivemos, claro, um grande contingente de força de trabalho da prefeitura que foi deslocada para áreas olímpicas e paralímpicas. E para representar esse enorme grupo, conversamos com o Márcio Rogério da Silva, servidor da Secretaria Municipal de Saúde. Auxiliar de Controle de Endemias, Márcio pôde contribuir diretamente na prevenção de casos de Dengue, Chikungunya e Zika nas áreas de competições.

Servidor há 13 anos, Márcio conta que essa foi uma experiência única em sua trajetória no Município. "Foi uma experiência muito boa, pois pude ver como o nosso país recepcionou os atletas de várias nacionalidades com amor e tentando acertar de todas as formas para que tudo desse certo. E deu. No meu trabalho, fui muito ajudado tanto pela meu coordenador, Marcus Vinícius, no nível central, como pelo gerente da CAP 5.1 setor operacional, Vanderlei Araújo. Realizamos um trabalho de eliminação de criadouros, colocação de armadilhas (ovitrampas), além de mensagens educativas com os trabalhadores locais antes, durante e dois dias depois das Olimpíadas e Paralímpiadas", conta.

E o resultado de tanto trabalho? Áreas sem mosquitos! "Ver um local com alguns problemas, ter o apoio para conseguir solucionar e, no final, ouvir o coronel do exército dizer que, desde quando eu cheguei, os mosquitos sumiram foi algo que nunca vou esquecer. Tudo estava acontecendo de forma positiva, nenhuma ocorrência médica era notificada ou alguma enfermidade em relação a mosquitos. A paramédica entregava a cópia destas notificações para que eu entregasse à gerência da SMS. Eu antes perguntava à doutora se havia suspeita de Dengue, Chikungunya ou Zika e ela dizia que não. Ou seja, foram cinco meses de muito trabalho, mas também de muita alegria com os resultados. Tudo virou felicidade e, em um momento de tranquilidade no trabalho, ainda pude assistir a uma final em que uma atleta iraniana levou a medalha de Ouro. Foi um espetáculo inesquecível", encerra.

Fonte: Prefeitura do Rio de Janeiro. Portal do servidor. Disponível em: <http://www.rio.rj.gov.br/web/portaldoservidor/exibeconteudo?id=6461856>. Acesso em: 14 OUT. 2016.