09 setembro 2016

CULEX DO RIO NÃO SÃO COMPETENTES PARA TRANSMITIR ZIKA

Pesquisa realizada pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) aponta que os mosquitos Culex quinquefasciatus do Rio de Janeiro não possuem competência vetorial para transmitir as linhagens locais do vírus zika. A participação desta espécie (popularmente conhecida como pernilongo ou muriçoca) no ciclo de transmissão da doença é uma das hipóteses investigadas para explicar a rápida disseminação do vírus zika pelo país. Para comparação, também foram estudados mosquitos Aedes aegypti, constatando-se, em contraste, sua alta capacidade de transmissão do patógeno. Estas evidências científicas reforçam que as estratégias de controle de zika devem permanecer focadas no Aedes aegypti, principal vetor do vírus nas Américas. O Instituto Pasteur de Paris é parceiro do estudo, publicado na revista científica Plos Neglected Tropical Diseases.

Integrante do Laboratório analisa placas de cultura de células inoculadas com amostras de saliva de mosquitos Aedes aegypti (superior) e Culex quinquefasciatus (inferior). Enquanto a placa superior evidencia a destruição das células pelo vírus Zika, na placa inferior não houve dano (foto: Vinícius Ferreira)
De janeiro a março de 2016, o Laboratório de Mosquitos Transmissores de Hematozoários do IOC coletou ovos e larvas de Culex quinquefasciatus em quatro bairros da cidade do Rio de Janeiro: Manguinhos e Triagem, na Zona Norte, Jacarepaguá, na Zona Oeste, e Copacabana, na Zona Sul. Os ovos e larvas foram levados para o laboratório e, quando atingiram a fase de mosquitos adultos, foram separados em gaiolas. Em seguida, foram alimentados com sangue infectado com o vírus zika. Para isso, foram usadas duas linhagens locais do vírus, isoladas, em janeiro, pelo Laboratório de Biologia Molecular de Flavivírus do IOC, a partir de amostras de pacientes do Rio de Janeiro. “Utilizamos mosquitos coletados diretamente em campo e linhagens do vírus circulantes na cidade na mesma época para que o resultado pudesse ser o mais fiel possível à realidade do Rio de Janeiro”, explica Ricardo Lourenço, chefe do Laboratório de Mosquitos Transmissores de Hematozoários e coordenador do estudo.

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ESTUDO EXPLORA COMO A INCIDÊNCIA DE DENGUE VARIA EM FUNÇÃO DA IDADE E DIFERE NAS CAPITAIS BRASILEIRAS

Com o propósito de caracterizar o padrão de incidência de dengue ao longo do tempo, segundo a faixa etária, no período de 2007 a 2012 nas capitais estaduais brasileiras, a aluna do mestrado em Epidemiologia em Saúde Pública da ENSP, Rayane Cupolillo Ferreira desenvolveu sua dissertação sob a orientação das pesquisadoras Paula Mendes Luz e Cláudia Torres Codeço. As capitais selecionadas, segundo a maior taxa de incidência entre as séries de dengue e dengue grave por faixa etária, em cada região do país para modelagem estatística, foram: Rio Branco, Aracaju, Cuiabá, e Vitória. As capitais pertencentes à região sul do país mantiveram suas curvas de incidência próximas de zero, tendo sido excluídas desta etapa da análise. De acordo com a pesquisa, há maior ocorrência de dengue entre os indivíduos com 15 anos ou mais quando comparados com o grupo de idade inferior, em 3 das 4 capitais (Rio Branco, Aracaju e Vitória). Adicionalmente, como a presença do termo de interação dos grupos etários ao longo do tempo foi significativa para as capitais estudadas, o estudo sugere que, há possibilidade de um deslocamento do padrão etário nas taxas de incidência de dengue no período observado. Além disso, não há diferenças significativas entre as curvas de incidência de dengue grave em Rio Branco, Cuiabá e Vitória para as diferentes faixas etárias no período observado, com exceção de Aracaju, cujas curvas de incidência foram significativamente diferentes para os grupos etários em questão com maior expressão de dengue grave entre os menores de 15 anos.
 
A pesquisa fez uma análise exploratória das séries temporais de dengue em cada uma das 27 capitais brasileiras (26 capitais e Brasília), e selecionou 4 capitais (Rio Branco, Aracaju, Cuiabá, e Vitória). Depois foi realizada a regressão das curvas de incidência de dengue e dengue grave utilizando Modelos Lineares Generalizados com distribuição de probabilidade de Poisson (que expressa a probabilidade de uma série de eventos ocorrer num certo período de tempo se estes ocorrem independentemente de quando ocorreu o último evento). Em vários países onde a ocorrência de dengue é relevante, a distribuição dos casos por faixa etária não é homogênea, levantando dúvidas sobre quais os fatores interferem na dinâmica da incidência de dengue segundo a idade.
 
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28 agosto 2016

Palestra Mapa de Ameaças Múltiplas do Estado do Rio de Janeiro

A Secretaria de Defesa Civil do Estado do Rio de Janeiro (Sedec-RJ) lançou, no dia 22 de junho de 2016, o Mapa de Ameaças Múltiplas do Estado, no auditório do Complexo de Ensino do Corpo de Bombeiros Militar, em Guadalupe.
 
O estudo, realizado pelo Departamento Geral de Defesa Civil (DGDEC-RJ) com a participação das 92 Defesas Civis municipais, reúne as 736 principais ameaças de desastres presentes no território fluminense, sendo 460 naturais e 276 tecnológicas, segundo sua prevalência e hierarquização.
 
Data: 30/08/2016;
Local: Universidade Veiga de Almeida (UVA)
Endereço: Rua Ibituruna, 108 - Maracanã
Palestrante: Cel. BM Paulo Renato - Diretor Geral DGDEC;

Formulário de cadastro - CLIQUE AQUI
 

01 agosto 2016

A VIGILÂNCIA EM SAÚDE DO RIO NOS JOGOS OLÍMPICOS

Os Jogos Olímpicos e Paralímpicos são eventos de massa, históricos, que reúnem pessoas de diversos países no país sede. Os jogos ocorrem a cada quatro anos em um país específico e reúnem esportistas que concorrem em diversas modalidades. Os jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016 têm como país anfitrião o Brasil e como cidade sede a cidade do Rio de Janeiro, no período de 5 a 21 de Agosto e 7 a 18 de Setembro de 2016, respectivamente. Entretanto, os jogos de futebol ocorrerão em mais cinco cidades: Belo Horizonte, Brasília, Manaus, Salvador e São Paulo.

Objetivo da Vigilância em Saúde nesse tipo de evento é avaliar riscos de danos à saúde pública, que podem ocorrer durante os Jogos, nas cidades sede dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, com ênfase para os riscos de potencial impacto relevante em saúde pública.

Clique aqui para acessar a página da Superintendência de Vigilância em Saúde do Rio, onde está disponível o documento A Vigilância em Saúde do Rio nos Jogos Olímpicos.

Fonte: Prefeitura da Cidade do Rio de janeiro. Secretaria Municipal de Saúde. Disponível em: <http://www.rio.rj.gov.br/web/sms/vigilancia-em-saude?id=4376257>. Acesso em: 01 AGO. 2016.

30 junho 2016

CLIPPING: CASOS DE DENGUE NO BRASIL APRESENTAM QUEDA ANTECIPADA


“Neste ano, o declínio de casos começou antes do previsto, uma vez que, historicamente, o pico das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti é em abril. As ações de combate ao mosquito da dengue, Zika e chikungunya, que foram intensificadas no país desde o fim do ano passado se mostraram efetivas e essenciais para controlar e diminuir a circulação do vetor”, avalia o  ministro da Saúde, Ricardo Barros. O ministro lembrou que se não fosse a intensificação das medidas de prevenção e o apoio da população, neste ano, os casos de dengue poderiam ainda ser mais expressivos do que no ano passado.

OLIMPÍADAS - Nas cidades onde haverá os jogos Olímpicos e Paralímpicos, os números apresentam comportamento semelhante ao nacional, com pico da doença entre fevereiro, março ou abril e queda expressiva nos meses seguintes. O município do Rio de Janeiro, por exemplo, teve o maior registro de casos prováveis de dengue na última semana de fevereiro, com 2.420 casos. Nas semanas posteriores, os dados caíram, chegando a 12 casos notificados na última semana de maio, o que representa uma redução de 99,5%.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, relembra que na Copa do Mundo de 2014 as pessoas também tinham medo de vir ao país e pegar doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. “Durante a Copa foram registrados apenas três casos em turistas. As estatísticas mostram que o período dos jogos não é epidêmico. Isso ocorre, principalmente, porque no inverno as chuvas são menos frequentes o que dificulta a proliferação do mosquito”, afirmou.

Os números de dengue são de notificação obrigatória no Brasil desde 1961. Para os casos de Zika e chikungunya ainda não é possível fazer uma comparação, já que não há histórico de registros suficientes.

23 junho 2016

PAGAMENTO DA PRIMEIRA PARCELA DO DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO

DECRETO RIO Nº 41865 DE 20 DE JUNHO DE 2016

Dispõe sobre o pagamento da primeira parcela do décimo terceiro salário dos servidores municipais do exercício de 2016 na forma que menciona.

A primeira parcela do décimo terceiro salário dos servidores ativos a aposentados da administração direta e indireta do Município do Rio de Janeiro será creditada no dia 15 de julho de 2016. As secretarias municipais de Administração, Fazenda e o Instituto de Previdência e Assistência do Município - Previ-Rio adotarão os critérios necessários para a implementação do pagamento.

Clique aqui para ver o Decreto na íntegra.

Fonte: Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro | Poder Executivo | Ano XXX | Nº 65 | Terça-feira, 21 de Junho de 2016.

06 junho 2016

CLIPPING: PROFESSOR DA UFRR FAZ ALERTA PARA RISCO DE CONTAMINAÇÃO POR MERCÚRIO

Conforme alerta, contaminação pode estar chegando à população urbana por peixes contaminados e lixões a céu aberto e sem critérios de uso

O alto nível de mercúrio entre os povos das etnias Yanomami e Ye'kuana já foi apontado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que divulgou estudo, no inicio do ano, comprovando a contaminação através da ingestão de peixes que provocaram sérios problemas de saúde nos indígenas, principalmente mulheres e crianças. O nível de mercúrio nas pessoas estudadas chegou a 92,3%, conforme a pesquisa. Em entrevista à Folha, à época, o líder Yanomami Davi Kopenawa afirmou que o garimpo ilegal praticado dentro da terra indígena é o principal responsável pela contaminação.
Professor afirma que lâmpadas em lixões a céu
aberto contém mercúrio (Foto: Divulgação)
O professor do Curso de Geologia da Universidade Federal de Roraima (UFRR), Wladimir Souza, fez um alerta de que essa contaminação já pode estar chegando à população não indígena através dos peixes contaminados próximos a garimpos, como também pelos lixões a céu aberto e sem critérios de uso. "Já é uma preocupação real. Temos que ter fiscalização mais efetiva dos órgãos ambientais, no uso indiscriminado de mercúrio, principalmente nos garimpos ilegais nos nossos rios e também conscientização de uso dos lixões, devido ao mercúrio existente em lâmpadas, por exemplo", disse.  
Embora tenha afirmado que não exista ainda um estudo sobre a real situação dos rios de Roraima, devido à complexidade de localizar o mercúrio, Souza disse que os mais contaminados são os rios Uiraricoera e Mucajaí, pela comprovação de garimpo em suas margens. Ele alertou para a necessidade de saber a procedência do pescado que colocamos à mesa.
Para ele, o mercúrio é um mal silencioso e invisível que, aos poucos, está chegando próximo às pessoas. "É complicado fazer um estudo sobre a presença do mercúrio na água, pois ele não fica submerso. Mesmo fazendo a pesquisa, ele não será acusado, pois é um metal pesado e, em contato com a água, vai direto para o fundo do rio", disse.
Ele explicou que, justamente por ir direto para o fundo do rio, o mercúrio se junta aos sedimentos que são ingeridos facilmente pelos peixes e, dessa forma, chega à nossa cadeia alimentar. "Ao comer esse mercúrio, ele entra na cadeia alimentar de um peixe para outro até chegar à nossa mesa. Uma vez ingerido, esse metal adere ao tecido adiposo e não é expelido. Ataca o sistema nervoso central e provoca várias doenças, podendo afetar órgãos vitais, como pulmões e rins das pessoas. Então, temos que ao menos procurar saber a procedência desse peixe, se não é de regiões próximas a garimpos", frisou.
Entre as ações que devem ser feitas para evitar a ingestão de mercúrio, Wladimir Souza disse que aumentar a fiscalização e o combate ao garimpo clandestino, maior responsável por jogar o metal nos rios de Roraima, seria o ideal. "O mercúrio é um dos maiores e piores problemas que temos nos rios da Amazônia, e isso precisa ser combatido o quanto antes. Mas o mercúrio não é só do garimpo, vem também dos lixões, principalmente das lâmpadas que trazem uma pequena quantidade de mercúrio e contamina o lençol freático. Temos que ter essa preocupação em cobrar fiscalização dos órgãos públicos", frisou. (R.R)
Fonte: FolhaWeb. Disponível em: <http://www.folhabv.com.br/noticia/Professor-da-UFRR-faz-alerta-para-risco-de-contaminacao-por-mercurio-/16755>. Acesso em: 06 JUN. 2016.

30 maio 2016

PASSAPORTE CULTURAL RIO

O Passaporte

Durante o período cultural olímpico, de maio a setembro de 2016, o Rio de Janeiro receberá memoráveis espetáculos, exposições, shows e eventos que se espalharão por nossos teatros, museus, centros culturais, lonas, arenas e bibliotecas, além de, é claro, os tradicionais espaços ao ar livre, ruas e praças de todas as regiões.

O Passaporte Cultural Rio é a sua ferramenta de benefícios que trará descontos e/ou gratuidades nesses eventos e nos parceiros de serviços que farão parte da Programação Cultural Rio.

 

Faça já o seu!

É muito rápido e fácil obter o seu Passaporte Cultural Rio: Cadastre-se aqui no site e garanta a sua participação. Depois, é só escolher entre retirar em um dos nossos Postos de Entrega ou receber seu Passaporte Cultural Rio pelo Correio, sendo gratuito para endereços no município do Rio de Janeiro. O Passaporte é gratuito para brasileiros e turistas pagam apenas R$ 15,00 (quinze reais).

 

Postos de Retirada:

  • Terminal Alvorada, Barra da Tijuca - Avenida das Américas s/n, Trevo das Palmeiras, galeria do Terminal Alvorada, Barra da Tijuca.
  • Cinelândia, Centro - Praça Floriano, s/n, em frente ao nº 31 - Cinelândia.
Atenção: para retirar seu Passaporte Cultural Rio é necessário apresentar o número do seu CPF acompanhado de um documento com foto. Obs.: A retirada do passaporte é pessoal e intransferível.

 

Funciona assim

A cada vez que você apresentar seu Passaporte Cultural Rio em um dos eventos ou parceiros comerciais cadastrados, você ganha um desconto ou gratuidade. Além disso,você receberá um carimbo em uma das folhas do seu Passaporte. Assim, você também guardará para sempre as lembranças de todos os lugares por onde passou, enquanto curtia este momento tão histórico e emblemático, que são as Olimpíadas do Rio.

Faça o seu Passaporte Cultural AQUI

11 maio 2016

CLIPPING: EXPERIÊNCIAS DISTINTAS, OBJETIVOS IGUAIS: FÓRUM LUTA POR JUSTIÇA AMBIENTAL


O momento político e social que vivemos no país afeta diretamente o direito democrático, impactando na população que sofre com a ausência de políticas públicas e ambientais que garantam um bem viver para todos. Essa foi a tônica do Encontro Estadual do Fórum de Mudanças Climáticas e Justiça Social no Rio, realizado na ENSP e que reuniu pesquisadores, estudantes, moradores da periferia, militantes de movimentos sociais e entidades que lutam por direitos no Brasil, trazendo uma diversidade de pensamentos, entre revelações, reflexões e dados científicos. Organizado pelo Fórum de Mudanças Climáticas e Justiça Social, o encontro buscou congregar iniciativas comuns para o desenvolvimento de redes de pessoas ou governos na busca por políticas ambientais, além de preparar uma agenda prévia para os fóruns regionais e nacional de mudanças climáticas que acontecerão ainda em 2016.

A mesa, coordenada por João Paulo Couto, assessor nacional de Gestão de Riscos e Emergências/Cáritas Brasileira, contou com exposições do pesquisador de saúde ambiental e saúde do trabalhador da ENSP Marcelo Firpo, da coordenadora de Justiça Socioambiental da Fundação Heinrich Böll, Maureen Santos, do representante do Fórum dos Atingidos pela Indústria do Petróleo da Baía de Guanabara, Yoshiharu Saito, e da jornalista autora da página Nova Ética Social, no G1, Amélia Gonzalez. Para apresentar os problemas de injustiça ambiental no Rio de Janeiro, os organizadores fixaram um grande mapa do estado no auditório térreo da ENSP, onde os participantes puderam denunciar problemas locais de forma a construir uma representação fiel da situação e que afeta diferentes grupos sociais e étnicos.

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Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca. Informe ENSP. Disponível em: <http://www.ensp.fiocruz.br/portal-ensp/informe/site/materia/detalhe/39590>. Acesso em: 11 MAI 2016.

PRAZO PARA ADESÃO SEM CARÊNCIA AO PLANO DE SAÚDE DO SERVIDOR É PRORROGADO

O prazo para adesão, mudança de operadora ou cancelamento do Plano de Saúde do Servidor Municipal (PSSM), que terminaria nesta terça-feira (10/05), foi prorrogado até o próximo domingo (15/05). O período para adesão sem carência ao plano coletivo empresarial também está incluído nesta prorrogação. A portaria do Previ-Rio aumentando o prazo foi publicada no Diário Oficial do Município do dia 10/05.

Para aderir ao PSSM; mudar de operadora, ou cancelar o seu contrato atual, os servidores, ativos ou aposentados, e os pensionistas do Funprevi deverão acessar o sistema PSSM On line, disponível no site e manifestar a sua opção; já para adesão ao plano coletivo empresarial basta acessar aqui

Fonte: Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.rio.rj.gov.br/web/previrio/exibeconteudo?id=6116023>. Acesso em: 11 MAI. 2016.