15 fevereiro 2017

CLIPPING: COMBATER O AEDES AEGYTPI É DEVER DE TODOS

Dengue, Zika e Chikungunyua são transmitidas pelo mesmo mosquito, o Aedes aegypti. Para combater as doenças, é preciso vencer o mosquito, eliminando os criadouros. Por isso, é importante que todos façam sua parte.

Mais de 80% dos criadouros dos criadouros do Aedes aegypti estão no ambiente domiciliar. O combate aos focos do mosquito é um dever de todos. Toda a população precisa ajudar eliminando em suas casas e quintais os reservatórios de água que podem se tornar em potenciais criadouros do vetor.

Além de eliminar os criadouros do mosquito em suas próprias residências, a população pode colaborar também denunciando possíveis focos por meio da Central de Atendimento da Prefeitura, no telefone 1746. De todas as 17.064 solicitações feitas em 2015 sobre o Aedes aegypti ao serviço, 95,97% foram atendidas pelos agentes de vigilância ambiental em saúde dentro do prazo.

Clique aqui para ver a matéria na íntegra.

Fonte: Prefeitura da Cidade do Rio. Disponível em: <http://www.prefeitura.rio/web/sms/exibeconteudo?id=5923014>. Acesso em: 15 FEV. 2017.

13 fevereiro 2017

MULTIRIO: DETONA AEDES!



A dengue, a zika e a chikungunya são doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti e, apesar de terem sintomas parecidos, possuem algumas características próprias. Enquanto a chikungunya causa dores mais prolongadas nas articulações, a dengue se caracteriza pela febre muito alta, e a zika, pelas manchas avermelhadas no corpo.


A eliminação do vetor, acabando com os criadouros do Aedes aegypti – que coloca seus ovos em recipientes com água parada – é melhor forma de prevenção.



O esforço para impedir sua proliferação exige a mobilização de todos. Confira alguns produtos elaborados pela MultiRio que vão ajudar a disseminar essa ideia e baixe as sugestões de atividades para utilizá-los!

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10 fevereiro 2017

CLIPPING: PREFEITURA CONVIDA CARIOCAS E OUTROS MORADORES PARA O COMBATE AO AEDES AEGYPTI

A população carioca está  convidada a participar de um grande mutirão contra o mosquito Aedes aegypti e as arboviroses (dengue, zika e chikungunya) no próximo sábado, dia 11 de fevereiro. Ao todo, 126 unidades de saúde, espalhadas por toda a cidade, serão usadas como pontos de encontro para ações de combate ao vetor em todas as regiões. A mobilização faz parte da campanha "Aqui mosquito não se cria" e conta o apoio das secretarias de Saúde; de Educação, Esportes e Lazer; e da Assistência Social e Direitos Humanos.
 
O mutirão acontece das 8h às 12h. O prefeito Marcelo Crivella e o secretário de Saúde, Carlos Eduardo de Mattos, abrem o dia de mobilização na Clínica da Família Souza Marques, em Madureira, na Praça do Patriarca, bairro em que há alto índice de infestação pelo mosquito.
 
Profissionais de saúde estarão em todas as regiões da cidade para conscientizar a população sobre a importância de ações cotidianas na prevenção das arboviroses. Também haverá distribuição de material informativo. O secretário municipal de Saúde, Carlos Eduardo de Mattos, reforça a convocação lembrando que 10 minutos são suficientes para derrotar o mosquito. "Um dia por semana, 10 minutos neste dia e o morador se certifica que não está em risco e nem gerando risco para seus vizinhos. Temos que nos unir", acredita.
 
Além dos profissionais das unidades e de voluntários, aproximadamente 3 mil agentes de vigilância em Saúde estarão nas ruas realizando vistorias nas áreas dos bairros com maior índice de infestação do mosquito de acordo com o último LIRAa, o Levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti. A pesquisa mostra ainda que, em 82% dos casos, os criadouros do mosquito estão no interior das residências. Os depósitos onde se encontram, com mais frequência, as larvas do Aedes são ralos, piscinas não tratadas, fontes ornamentais e tanques de obras, seguidos de recipientes usados como reservatórios domésticos de água, como caixas d'água, cisternas, tonéis, tambores e filtros.

 

Além de envolver a população do combate ao mosquito, o mutirão tem por objetivo preparar a cidade para o período de chuvas. Mesmo com índices dentro do tolerável, o município permanece em alerta para o risco de epidemia, principalmente para Chikungunya.

 
VEJA A PROGRAMAÇÃO DE TODAS AS REGIÕES DA CIDADE:

08 fevereiro 2017

CLIPPING: PROJETO AMPLIA ATIVIDADES DE AGENTES DE SAÚDE E DE COMBATE A ENDEMIAS

Texto também aumenta exigência de formação desses profissionais. Eles deverão ter ensino médio e curso de aperfeiçoamento a cada dois anos

Antonio Augusto / Câmara dos Deputados
Homenagem aos agentes comunitários de saúde e aos agentes de combate às endemias. Dep. Raimundo Gomes de Matos (PSDB - CE)
Raimundo Gomes de Matos: proposta ajudará na retomada do crescimento da saúde preventiva como principal modelo de assistência em saúde do SUS
A Câmara dos Deputados analisa proposta que redefine as atribuições profissionais dos agentes comunitários de saúde e dos agentes de combate às endemias. O texto amplia a lista de atividades desses profissionais, exige conclusão do ensino médio para o exercício da profissão e ainda 200 horas de curso de aperfeiçoamento a cada dois anos de trabalho efetivo, além de um curso de 40 horas de formação inicial.
Hoje esses profissionais precisam ter concluído apenas o ensino fundamental e um curso introdutório de formação inicial e continuada.
As medidas estão previstas no Projeto de Lei 6437/16, do deputado Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE), que altera a lei de regulamentação da profissão (11.350/06).
Raimundo Gomes de Matos argumenta que existem diversas lacunas na lei atual, em razão de ela ser resultado de uma medida provisória (MP 297/06), o que não teria permitido discussões mais amplas sobre o assunto. Tais lacunas, na avaliação do parlamentar, são capazes de prejudicar o trabalho que transformou a saúde preventiva no carro chefe da maioria dos municípios brasileiros.
“Entre as graves lacunas, está a forma genérica e quase omissa como são identificadas as atividades desses profissionais, especialmente as do agente de combate às endemias, que muitas vezes é lembrado apenas como os ‘mata mosquitos’, sendo que suas atribuições vão muito além do combate ao Aedes aegypti”, exemplifica Gomes de Matos.
Segundo o deputado, a redefinição das atribuições e o investimento em capacitação serão fundamentais para a retomada do crescimento da saúde preventiva como principal modelo de assistência em saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) e reduzirá os custos hoje direcionados às redes secundárias e terciárias da saúde pública.

18 janeiro 2017

PREFEITURA DESCARTA VACINAÇÃO EM MASSA CONTRA FEBRE AMARELA

A Secretaria Municipal de Saúde esclarece não há febre amarela na cidade do Rio de Janeiro. Portanto, não há necessidade de vacinação indiscriminada, feita em larga escala, para toda a população.
 
Só devem ser vacinadas as pessoas que tenham passado por avaliação e tenham indicação médica para receber a vacina, assim como as pessoas que estão com viagem agendada para locais com registros da doença, como Minas Gerais, Amazonas, Pantanal e outros países como Colômbia, Bolívia, Equador e Peru, entre outros.
 
Dúvidas ou outras informações sobre a doença e a disponibilidade da vacina podem ser consultadas por meio da central de atendimento da prefeitura no telefone 1746, no site da SMS (http://www.rio.rj.gov.br/web/sms) ou em qualquer unidade da rede de Atenção Primária (Centros Municipais de Saúde e Clínicas da Família).
 
Clique aqui e veja a nota de esclarecimento.

Fonte: Prefeitura do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://prefeitura.rio/web/sms/exibeconteudo?id=6680434>. Acesso em: 18 JAN. 2017.

CLIPPING: ESPÉCIE DE MORCEGO COMEÇA A SE ALIMENTAR DE SANGUE HUMANO NO BRASIL, DIZ PESQUISA

Estudo revela mudança no hábito alimentar de morcego-vampiro-de-pernas-peludas, até então conhecido por consumir exclusivamente sangue de aves (Foto: Enrico Bernard)













Estudo de cientistas brasileiros conduzido na caatinga de Pernambuco revela mudança no hábito alimentar de morcego-vampiro-de-pernas-peludas, até então conhecido por consumir exclusivamente sangue de aves.

Uma espécie de morcego encontrada no Brasil, até então conhecida por consumir exclusivamente sangue de aves, está se alimentando agora de sangue humano.

A revelação está em uma pesquisa conduzida por cientistas brasileiros e publicada em novembro na revista científica "Acta Chiropterologica", a mais importante publicação do mundo voltada à pesquisa de morcegos.

O estudo analisou 70 amostras de fezes da espécie Diphylla ecaudata, popularmente conhecida como morcego-vampiro-de-pernas-peludas.

Os cientistas conseguiram extrair o DNA de 15 delas - e em três descobriram vestígios de sangue humano, explica Enrico Bernard, professor do Departamento de Zoologia da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) e responsável pela pesquisa.

O estudo foi conduzido no Parque Nacional do Catimbau, na região de caatinga de Pernambuco, a cerca de 300 km do Recife.

"Das três espécies de morcegos-vampiros que conhecemos, sabíamos que apenas uma delas se alimentava de sangue humano", conta Bernard, em entrevista à BBC Brasil.

"Mas nosso estudo mostrou agora que outra espécie, o morcego-vampiro-de-pernas-peludas, que só se alimentava do sangue de aves, também passou a consumir sangue humano", acrescenta o especialista.

Bernard explica que, diferentemente do sangue de aves, rico em gordura, o dos mamíferos é mais espesso e rico em proteína.

"Sabíamos que essa espécie (morcego-vampiro-de-pernas-peludas) tinha uma adaptação fisiológica para digerir apenas o sangue de aves. Mas isso parece estar mudando, já que ela passou a se alimentar de sangue humano", afirma.

Leia a matéria na íntegra clicando AQUI

17 janeiro 2017

CLIPPING: MINISTÉRIO DA SAÚDE ORIENTA POPULAÇÃO A SE VACINAR CONTRA FEBRE AMARELA

A doença tem maior número de casos no período de dezembro a maio em regiões silvestres, rurais ou de mata. A vacina está disponível em toda a rede pública de saúde
Toda pessoa que reside ou vai viajar para regiões silvestres, rurais ou de mata, que são Áreas com Recomendação da Vacina contra febre amarela, deve se imunizar.A orientação do Ministério da Saúde se justifica porque a doença tem maior número de casos nos meses de dezembro a maio e a transmissão é considerada possível em grande parte do Brasil. A vacina contra a febre amarela é ofertada no Calendário Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) e é enviada, mensalmente, para todo o país. Em 2016, foram enviadas aos estados mais de 16 milhões de doses, sendo 2,7 milhões para o estado de São Paulo.
A vacina é altamente eficaz e segura para o uso, a partir dos nove meses de idade, em residentes e viajantes a áreas endêmicas ou, a partir de seis meses de idade, em situações de surto da doença. Todos os estados, nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), estão abastecidos com a vacina contra febre amarela e o país tem estoque suficiente para atender toda a população nas situações recomendada.  

01 dezembro 2016

EXPOSIÇÃO AO BENZENO NOS POSTOS: AVANÇOS E RETROCESSOS NA NOVA LEGISLAÇÃO

A exposição ao benzeno, substância cancerígena presente nos combustíveis, foi discutida na ENSP durante os dias 23 e 24 de novembro por pesquisadores, técnicos e integrantes dos movimentos sociais. Com foco nos trabalhadores dos postos de gasolina, mas também pensando nos riscos que correm os usuários e a população que vive no entorno dos postos, os debates falaram das legislações que buscam diminuir a exposição ao benzeno. Um dos debatedores do Ceensp que discutiu o tema foi Alexandre Jacobina. Ex-coordenador de Vigilância da Saúde do Trabalhador da Bahia e representante do Ministério da Saúde na Comissão Permanente do Benzeno, ele conversou com o Informe ENSP sobre o “Anexo 2” da Norma Regulamentadora número 9 (NR9) que finalmente incluiu os postos de combustíveis no conjunto de leis que regulamentam as atividades que lidam com o benzeno. Para Jacobina, o documento é um avanço no sentido de diminuir o risco dos trabalhadores expostos, mas algumas das concessões feitas pela subcomissão que elaborou o texto são encarados por ele como um retrocesso. Para saber por quê, leia, a seguir, a entrevista completa com Alexandre Jacobina.

Informe ENSP – Alexandre, primeiramente, para traçarmos um panorama histórico, por que os postos de combustível não foram incluídos no Acordo Nacional do Benzeno, de 1995?  

Alexandre Jacobina - Na época em que a Comissão Nacional do Benzeno foi criada, havia um problema grave de contaminação química, principalmente na siderurgia e na indústria química. (Na época, inclusive, apareceu a situação grave da morte de um médico na Bahia, na indústria química).  Ao meu ver, naquele momento, não se incorporou os postos porque não havia condição operacional para incluir um segmento tão grande. São 40 mil postos no Brasil, com 500 mil trabalhadores.  

Informe ENSP – Por que você vê retrocessos no “Anexo 2”da NR9, que regulamenta finalmente os postos?  

Alexandre Jacobina - O “Anexo 2”  foi construído dentro da Comissão Nacional do Benzeno por uma subcomissão específica. Ele representa, sim, um avanço, porque trata pela primeira vez de um seguimento de alto risco com baixíssima cultura de saúde e segurança e com invisibilidade tanto na área técnica quanto pela população.  Agora, há um retrocesso por conta das concessões que foram feitas para se firmar o acordo, uma vez que a comissão é tripartite, formada por trabalhadores, governo e patrões.  Nós perdemos a avaliação ambiental, que analisa a quantidade de benzeno na atmosfera. Ela é um item importante da avaliação de saúde. Perdemos também o indicador biológico e teremos que trabalhar com outras instrumentos legais para garantir a aplicação desse indicador. Ele ajuda na prevenção, enquanto o hemograma é um indicador que aponta um problema de saúde já existente. O indicador biológico precisa ser feito a cada seis meses e a série histórica tem que ser avaliada.  

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18 novembro 2016

FIOCRUZ RECRUTA PESSOAS PARA TESTAR VACINA CONTRA DENGUE

A Fiocruz Pernambuco iniciou o recrutamento de pessoas para participar da fase III dos testes da vacina da dengue, produzida pelo Butantan, no estado. O trabalho está sendo realizado no Engenho do Meio, na zona Oeste do Recife. Uma equipe formada por enfermeira e pesquisadora está visitando casas em áreas do bairro escolhidas por sorteio, das 17h às 21h, horário no qual todos os membros das famílias estão em casa. Na visita, os moradores recebem informações sobre os testes e são convidados a participar. A proposta é recrutar 1.200 pessoas.
“Todas as vacinas que chegaram ao mercado precisaram antes ser testadas em humanos para verificar se elas davam o resultado esperado. Então é muito importante a colaboração das pessoas, que elas queiram participar dessa fase de teste”, explica a pesquisadora da Fiocruz Pernambuco Cynthia Braga, que está coordenando o recrutamento. “Aceitando é agendado um exame físico e entrevista com o candidato. Apto a fazer parte do teste, ele é vacinado e acompanhado por cinco anos”, completa Cynthia.

Podem participar dos testes pessoas saudáveis, que tiveram ou não dengue, com idade entre 2 a 59 anos. Durante o período do estudo, os participantes serão acompanhados por uma equipe de saúde para verificar a duração da proteção oferecida pela vacina, que é feita de vírus vivo enfraquecido e protege contra os quatro tipos do vírus dengue. Primeiro serão vacinadas pessoas com idade entre 18 e 59 anos, em seguida os que têm entre 7 e 17 e por último os de 2 a 6 anos.


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